A Declaração da II Consulta Nacional sobre Sexualidade Humana da IEAB aborda a reunião de clérigos e leigos anglicanos no Rio de Janeiro, em agosto de 2004, para discutir a sexualidade humana sob diversas perspectivas teológicas e pastorais. O documento enfatiza a importância da inclusão de pessoas de orientação homossexual, afirmando que a sexualidade é um dom de Deus que deve ser vivenciado com paz, liberdade, amor e respeito. A IEAB defende a privacidade das relações afetivo-sexuais e condena qualquer exposição pública da orientação sexual como pré-requisito para membresia ou serviço ministerial. A declaração apela à união e ao respeito às diferenças dentro da igreja, promovendo uma comunidade mais inclusiva e amorosa.
Leia mais: Declaração da II Consulta Nacional sobre Sexualidade Humana da IEAB
A Carta Pastoral dos Bispos da IEAB de 1997 aborda a sexualidade humana sob uma perspectiva cristã, reconhecendo-a como um dom de Deus. O documento enfatiza a importância do amor e do respeito mútuo nas relações sexuais e recomenda o diálogo e a preocupação pastoral com pessoas de orientação homossexual na comunidade. A carta também destaca a necessidade de combater a promiscuidade sexual e promover um ensino inclusivo sobre a sexualidade humana dentro da Igreja.
Leia mais: Primeira Carta Pastoral dos Bispos da IEAB sobre a Sexualidade Humana - 1997
A Segunda Carta Pastoral dos Bispos sobre Sexualidade Humana de 2007 celebra os 10 anos da primeira carta, reafirmando a importância do amor e da justiça nas relações sexuais. Diante de eventos que causaram divisões na Comunhão Anglicana, os bispos destacam a necessidade de diálogo e respeito às diferenças de opinião sobre questões não essenciais à Revelação divina. A carta enfatiza que a Bíblia deve ser interpretada à luz da cultura e do contexto histórico, e que a Igreja deve discernir continuamente o que é essencial e o que é secundário, guiada pelo Espírito Santo e pela razão.
Leia mais: Segunda Carta Pastoral dos Bispos da IEAB sobre a Sexualidade Humana - 2007
Em 1999, após a Conferência dos Bispos Anglicanos em Lambeth, o Arcebispo da Cantuária convocou um colóquio internacional para discutir a sexualidade, com foco na homossexualidade. Um grupo de doze bispos e primazes, coordenado pelo autor, se reuniu anualmente durante três anos, com o apoio de facilitadores experientes. O objetivo dessas reuniões era aprofundar a compreensão mútua dos pontos de vista e das experiências culturais e pessoais que fundamentavam essas perspectivas.
Leia mais: Sexualidade Humana - Relatório Final dos Colóquios Anglicanos Internacionais
O documento Apostolicae Curae, emitido pelo Vaticano, estabelece a base doutrinária para a rejeição do ministério anglicano pela Igreja Católica Romana nos últimos 100 anos. A rejeição se fundamenta na alegação de que o Ordinal da Igreja da Inglaterra, desde o século XVI, é defectivo em “intenção” e “forma”, especialmente pela ausência de referência ao sacrifício na Eucaristia e pela introdução de um novo ritual no Livro de Oração Comum de 1552. Segundo o Vaticano, a frase “Recebe o Espírito Santo” não transmite a ordem católica do sacerdócio sacrificial, afastando a Igreja da Inglaterra da tradição católica.
Abertura dos Arquivos do Vaticano e Procedimento do ARCIC sobre Apostolicae Curae, por William Franklin
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